domingo, 6 de junho de 2010

Gabi na nossa frente


Gabi reapareceu no SBT neste domingo. Tive a impressão que a volta da entrevistadora à TV aberta foi sorrateira (contrato-coletiva-uma semana-programa). Ainda bem, gosto muito da irreverência (sem querer, mas rasgando seda!).


Eis que para a estreia, após Silvio Santos se recusar a ser o primeiro entrevistado, Gabi teve à sua frente Hebe Camargo. Naquele cenário estrategicamente simples, apostando infinito preto, iluminação e uma mesa de acrílico, Gabi 'rebolou' para arrancar respostas da diva da TV, assim como para alinhavar o primeiro 'De Frente'. Isso porque a Hebe se apresentou como uma Hebe insegura, tentando dar respostas de modo a satisfazer as vontades da entrevistadora e do público.


Gabi perguntava, Hebe tentava, mudava de assunto (propositalmente ou não) e Gabi se via obrigada a pegar um gancho para seguir com o novo tema ou voltar ao anterior. Com isso, duas constatações: 1- Hebe (como a própria admitiu) já não está mais tão paciente ou pronta para entrevistas rápidas como as de Gabi; 2- mesmo em situações adversas, Gabi consegue tornar o programa interessante, rápido, dinâmico. Neste caso, ainda foi difícil, mas ela conseguiu. O produto era bom!

Acredito na volta da Gabi! Faltava isso para a madrugada do domingo para segunda. Torço para que o casting de entrevistados seja excelente para que o 'De Frente com Gabi' desponte.

Ah, achei sensacional a Gabi admitir que sentia falta de entrevistar e que inclusive deixou um papel em de novela global para assinar com o SBT e entrevistar.


Sorte.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Hebe


Desde pequeno, eu perguntava para minha mãe se a única pessoa que tinha esse nome no mundo inteiro era aquela apresentadora do SBT que entrevistava os convidados no sofá posicionado estrategicamente no palco.
Obviamente que a pergunta era um tanto quanto ingênua, mas talvez essa Hebe seja realmente única, sem querer ser piegas demais.
Confesso (e duvido que todos não são capazes de confessar) que sempre foi legal chegar em casa na segunda-feira à noite e dar pelo menos uma passadinha para ver a Hebe. Não importa quem seja a “gracinha” do dia, mas ela consegue fazer uma entrevista espontânea, com perguntas que aparecem na hora e às causam saias justas engraçadíssimas. E é justamente esse o diferencial dela – conseguir ser natural na frente das câmeras.
Mesmo nos bastidores, a impressão que se tem é que a naturalidade impera. Não consigo imaginar a Hebe numa posição de subordina ao Silvio Santos, por exemplo. Certo, ela é “assalariada” do “patrão”, mas quase que ditas suas próprias regras. Afinal de contas, são tantos anos de parceria que um deve o mesmo respeito ao outro.
“Engraçado” foi perceber que todos sentiram a mesma pontadinha no coração quando a Hebe foi para o hospital, operou, anunciou a quimioterapia etc. e voltou à TV. Eu duvido que alguém não sentiu a menor emoção que fosse. Afinal de contas, a loira tem 80 anos, está há mais de 50 na TV, é autêntica, passou por problemas sérios de saúde, está se superando e todo o mundo da TV e fora dela se comoveu com o possível abalo do mito.
Aliás, lembro que em um dos primeiros trabalhos que fiz na faculdade teve como tema principal a Hebe enquanto um mito. O que não faltou foi material, né? hehe! Estava em dívida comigo mesmo de escrever sobre ela novamente aqui no blog. Dívida paga.
E não me venham os críticos de TV cobrar qualquer coisa da Hebe na mídia, ou seja, novos quadros, inovações etc. Sou da opinião que tudo o que ela podia fazer pela TV neste sentido já foi feito; hoje respeitamos e acompanhamos o mito apenas como ela é.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Yesssss, início de ano sem muitas reprises!


Confesso que estou em dívida comigo mesmo de escrever aqui no blog, mas é que o fim de ano foi uma loucura e não consegui conciliar o trabalho com outras tarefas. Mas vamos ao que interessa...
Todo início de ano é um tédio para os que gostam de programação televisiva. E este que vos fala sofre com a programação contaminada por reprises, compactos etc. Mas ao que tudo indica, este ano, será um pouco diferente.
É só passar pelas emissoras, desta segunda semana do ano, que veremos diversas novidades. A começar pela estreia de Dalva e Herivelto. A primeira das ansiedades. Quando comecei a ver as primeiras chamadas, me interessei apenas pelo contexto histórico da produção, mas não tanto pela série em si, julguei que não era tão chamativa assim como Som & Fúria, por exemplo. Enfim, depois de entender melhor a estrutura da série, ver as matérias sobre os bastidores, gostei muito.
Ansiedade número dois: a estreia da programação do SBT, com destaque para o "reality" Solitários; estou tentando imaginar como será a reação das pessoas ao viverem isoladas, sozinhas (como o sugere o título do programa) e mais a edição que a emissora do patrão fará para o programa.
Três - Estou a pensar como a Band produzirá o "Quinta Categoria", até então produzido e exibido pela MTV, e agora rebatizado de "É tudo improviso", que substituirá as férias do time do CQC nas noites de segunda-feira.
E como não podia deixar de ser, estou ansiosíssimo para a nova temporada do Big Brother que, em sua décima edição, entre outras novidades, dará o prêmio de R$ 1,5 milhão. Paralelamente ao BBB10, teremos o final da segunda edição de A Fazenda. Como será essa briga por audiência, hein? A Globo continua na liderança ou a Record conseguirá uns pontinhos a mais, já que o programa rural se encaminhará para a reta final assim que o global dirigido por Boninho entrar no ar. Aliás, pretendo na medida do possível dedicar alguns posts aqui para os acontecimentos da décima edição do reality global.
Como vemos, diferentemente do que aconteceu em anos anteriores, a programação de início de ano da TV trará novidades e isso me deixa atiçado a escrever muito.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Ídolos, do SBT para Record!


Eu adoro programas de calouros. É espetacular assistir um cantor que não tem o rosto conhecido interpretando canções de grandes artistas. Remete muito aos tempos dos grandes festivais, claro! (com um ar imensamente mais moderno).
Aí que o Ídolos veio para o Brasil, pela primeira vez, no SBT. A emissora de SS não deixou a desejar: investiu em produção, colocou uma dupla de apresentadores que tinham química entre si e que são aproveitados até hoje. A segunda temporada do programa na TV brasileira já foi para a Record, em um dos melhores investimentos que os bispos fizeram, na minha opinião. Lá, o programa, ainda que com exatamente a mesma fórmula, é de fato melhor produzido.
E a Record tem pegado carona no sucesso do programa e investido pesado em mechandising com os próprios candidatos, coisa que o SBT fazia, mas não era tanto. Ok, eu sei que o programa tem que sobreviver financeiramente, mas nesse quesito a antiga TVS me tem ao seu lado, talvez pelo simples fato de eu gostar do que é natural. Mas ressalto toda minha compreensão com a expertise do departamento comercial da Record.
Voltando ao programa, de todas as fases, a que mais me encanta e garante a minha audiência é, sem dúvida, a fase dos concertos. É neste momento que temos a oportunidade de ver exatamente a desenvoltura de cada candidato.
Nesta edição, a competição certamente não está tão equilibrada quanto a primeira vez na Record. Está mais fácil decidir quem deve sair do programa. Há rumores, e eu concordo, de que o Marcos Duarte cativa o público mais pela história do que pela voz, como disse Marco Camargo no programa de 20 de outubro.
Apesar do meu gosto pessoal, ainda acredito que a fórmula no Brasil falha em um ponto: aonde estão os vencedores de todas as outras edições? Por que esses cantores não fazem o sucesso que deveriam ou que um ídolo de verdade faz?
Em um chat recente, o apresentador Rodrigo Faro argumentou que, imediatamente, após o término do programa, a responsabilidade de estruturar a carreira do vencedor é da gravadora. Mas, independentemente, de quem está incumbido dessa função, ela tem que ser desempenhada com mais eficácia.
Garanto que volto a falar aqui no blog sobre os desdobramentos do Ídolos 2009 e se, o vencedor fizer o sucesso esperado, analisarei em que ponto o trabalho de divulgação pós-programa foi mais correto que os que vêm sendo feitos.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

JN - Há 40 anos investindo em mais descontração


Fui correndo para casa ontem para conseguir pegar o Jornal Nacional desde o começo. Adoro quando as vinhetas anunciam que os programas estão de cenário novo. Eis que às 8h15, Fátima Bernardes aparece no meio da redação com um “Boa noite!” a la Ana Maria Braga. Já pensei que eles apresentariam o telejornal fora da bancada, andando pela redação. Isso me preocupou um pouco. Mas não. Ela estava apenas apresentando o novo cenário que conta com um telão ao fundo da redação e da bancada onde ficam os apresentadores. Em seguida, William Bonner, lá da nova bancada, deu a ficha técnica de todo espaço que será utilizado pelos apresentadores. Citou até o nome do arquiteto que desenhou a nova bancada. Uma coisa me surpreendeu de verdade. Desde 2000, o JN não tinha um cenário novo. E olha que o anterior era impecável; o novo até remete um pouco a ele. Também fiquei pensando nas evoluções que aconteceram dos tempos de Cid Moreira. Naquela época o Jornal era tão sério, mantinha tanto a linha, o que tem todo um lado bom, pois foi assim que conquistou a confiança do público. Confiança esta que às vezes é questionável, mas... Agora, em pleno 2009, o clima de seriedade total deu espaço à descontração. William e Fátima estão mais próximos na bancada, tem textos que remetem à falas do cotidiano e, quando erram, pedem desculpas ao telespectador de uma forma tão meiga (hehe). “No bloco anterior, eu disse que a cidade X ficava no Triângulo Mineiro, mas corrigindo ela fica....”, disse Bonner antes do intervalo. “Desculpe, eu errei”, completa ao olhar para Fátima e soltar uma risadinha. Que fofo. Esse clima de total naturalidade é importante para cada vez mais aproximá-los do público, mas, neste sentido, vivemos num fio de navalha. Mais um pouco, vira programa de variedades e perde a credibilidade. Tem até um globo que agora não é mais estático e gira ao fundo dos apresentadores. No conjunto da obra, o cenário teve mudanças sutis, mas ficou menos estático. Aprovado.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

As corretas estréias de Gugu e Eliana

Confesso que o fim de semana da TV superou minhas expectativas. Primeiro, no sábado, gostei bastante do Caldeirão do Huck ao vivo e com a participação da Angélica para homenagear o Huck, no aniversário dele.
Mas, é claro, que toda a minha empolgação ficou por conta das estréias da Eliana, no SBT, e do Gugu, na Record. Primeiramente, porque os dois programas levam os nomes dos apresentadores. Acredito que por uma estratégia: é natural falarmos “ahhh...o ‘Programa do Gugu’ e o programa da ‘Eliana’”, ou seja, imediatamente anunciamos o nome dos programas sem títulos fantasiosos.
Às 14h45, 15 minutos antes do anunciado, Eliana entra na grade do SBT. A princípio, avaliei sem grandes anseios a ida da loira para a emissora onde começou sua carreira. Mas assistindo ao programa, apesar de não ter muita novidade em relação ao que fazia na Record, achei-a bastante à vontade, apesar de extremamente correta; esta última, uma característica que ela adquiriu e assumiu quando começou a apresentar apenas semanais.
Um detalhe à parte é o cenário que foi desenvolvido para o ‘Eliana’. Ao ligar a TV, quem não prestar muita atenção, não percebe que está sintonizado no SBT. Um espaço grande, baseado no laranja, com diversos telões e até uma piscina interagindo com o palco são os elementos que compõem o programa.
Eliana apostou nos seus principais amigos para a estréia. Lá estavam Calypso, Latino, o biólogo Sergio Rangel, o troupe do Ciência em Show. Ela deve passar por um ótimo momento em sua carreira, a partir de agora, afinal, está em casa, com um bom salário e uma produção bastante disposta a fazer um bom programa.
Agora, o que realmente me causou frio na barriga a partir das 7 e 45 da noite foi a estréia do Gugu na Record. Meu (com o perdão da expressão), o ‘cara’ estava há mais de 25 anos no SBT, já tem 50 anos de idade. Cheguei a opinar aqui no blog que talvez ele não tivesse mais fôlego para inovar. Talvez realmente não pudemos assistir a muitas inovações no ‘Programa do Gugu’, foi como se o Domingo Legal tivesse sido transportado para a emissora dos bispos em um horário alternativo. Mas o apresentador tem fôlego sim para respirar novos ares. Estava demasiado empolgado e sorridente no vídeo.
O horário é realmente um item à parte nessa história. Gugu agora compete diretamente com Pânico, Fantástico e com o ex-patrão (ou é o SS que compete com ele?). Apesar de aparentar-se à vontade, Gugu estava visivelmente nervoso para a estréia. Logo no início do programa, fez o que eu gostaria que ele fizesse. Agradeceu aos companheiros que estiveram ao seu lado até então, referindo-se ao SBT, porém sem citar nomes. Eu torci para que ele falasse o nome “Silvio Santos”, mas não o fez. Chegou a trocar o nome do novo programa pelo antigo, mas isso é algo totalmente esperado para uma estréia tão comentada.
Acredito que o que diferenciou o ‘Programa do Gugu’ do Domingo Legal quando ainda era apresentado por ele foi a produção e a estrutura que ‘do pintinho amarelinho’ tem agora à sua disposição. Um cenário totalmente tecnológico, grandioso, com uma platéia aparentemente maior que a que tinha no SBT, e mais, grandes palcos montados em cidades da cinco regiões do País, com entradas ao vivo durante o programa. Milhões de pessoas (tanto telespectadores quanto profissionais envolvidos na produção) para a grande estréia.
Volto atrás no que disse e acredito que toda essa reviravolta fez muito bem para quem quer ter diferentes opções, em diferentes horários na TV aos domingos, mas confesso que ainda é estranho ver o Gugu entrando já de noite e saudando o público pela Record.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Repeteco na Record não?


(Ao som de I'll be there, na voz de MJ ainda criança)

Estou eu em casa em um dia de folga e tenho a oportunidade de acompanhar a programação diurna da TV.

Comecei pelos jornais da manhã, Mais Você, todos até que cheguei no Hoje em Dia. Ainda reforço a minha teoria que os programas, com o passar do tempo, vão perdendo seu formato original. Este é um caso típico. Como a Record está totalmente focada na divulgação d'A Fazenda, o Hoje em Dia é um dos principais programas da casa a investirem na imagem do reality, então têm levado os eliminados toda segunda pela manhã para bater papo, mostrado imagens inéditas todos os dias etc. etc. etc.

Mas na terça, a produção também leva os mesmos eliminados para participarem de um desafio de atravessar uma passarela pendurada em um guindaste a 50m de altura e, no final, os convidados ganham prêmios em dinheiros.

Até aí tudo bem. Mas à tarde, fui assistir pela primeira vez o 'Geraldo Brasil' (achei o nome do programa bem criativo) e qual era a pauta? Exatamente a mesma, só que desta vez com a Luciele e o Denilson, os eliminados da semana anterior. Mas exatamente igual, o Wildomar pressionando, negociando prêmios.

Fiquei realmente decepcionado por saber que "faltou criatividade" das duas produções, tudo bem que as duas têm o perfil do mesmo diretor, mas poderiam ter inovado. É muito tempo "gasto" em uma mesma pauta!

A Record tem tudo para dar certo e fazer coisas legais, mas apostam na mesmice.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

As recentes mudanças!

Legal ver o que aconteceu nesse mundo televisivo nos últimos meses. Com a guerra pelo segundo lugar entre Record e SBT, em que o passe de Gugu Liberato era o motim da "briga", a programação da TV brasileira pode ter sofrido grandes alterações que serão vistas até o fim deste ano.
Se o Gugu foi para a Record, o Silvio pegou algumas figuras chaves da emissora dos bispos. Primeiro, Roberto Justus que vai deixar de aparecer na TV apenas por hobby e vai ter um contrato de verdade como apresentador. Vi até uma entrevista dele na Hebe que, no SBT, ele terá dois programas: um mais ou menos com a cara do Aprendiz e outro de perguntas e respostas.
Em seguida, ou quase no mesmo tempo, Eliana também voltou para o SBT, provavelmente vai apresentar um programa aos moldes do Tudo é possível. Tomara que seja possível realmente que o projeto vá para frente.
Com toda essa reviravolta, O Aprendiz, na Record, ficou sem Roberto Justus; Tudo É Possível ficou sem Eliana, e o Domingo Legal sem o Gugu. De uma semana para outra, "novos apresentadores" tiveram de entrar em ação.
No lugar de Eliana, o Tudo É Possível reestreou com a Ana Hickmann, grande aposta da Record. Apesar dela ser muito bonita, eu ainda a acho um pouco insegura e artificial, apesar de se sair bem.
Para o lugar de Roberto Justus, a Record pensa em colocar o João Doria. Ainda não tenho uma opinião formada.
E quem está agora à frente do Domingo Legal é o Celso Portiolli. Sempre achei que ele merecesse uma grande chance no SBT, talvez seja a hora dele. Ele sempre se sai bem.
Contudo, eu tinha esperanças que essa reviravolta desse uma nova cara a boa parte da programação de TV no Brasil, mas não foi muita coisa que mudou, na verdade, mudaram os rostos que estão à frente dos programas, a fórmula ainda é a mesma. Talvez fosse a chance de mudar o que estava "errado" na fórmula anterior. Espero que com o tempo as coisas se remodelem um pouco mais.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Domingo Legal na Record?


Me chocou e muito ler as especulações de que o Gugu iria para a Record. Talvez seja culpa dele mesmo. Ele demorou um pouco para deixar transparecer que estava começando a ficar cansado do SBT.

Será que ele realmente está? Ultimamente, ele tem participado assiduamente das reportagens, vai para rua diversas vezes para gravar. Claro, o Domingo Legal deixou de ser um legítimo programa de auditório e passou a ser 80% VT!

Me questiono um pouco se o Gugu ainda tem forças para inovar na TV. Ele parece estar cansado, a imagem está cansada. E outra...ultimamente, quem tem mudado de emissora não tem se dado muito bem, vide Claudete Troiano, Márcio Garcia (que voltou para Globo e está apagado na novela), Otaviano Costa, que só agora está em uma novela, entre outros exemplos.

Será que o Silvio não vai segurar o Liberato? Será que a Record vai insistir? Será que ele está certo de que aos 26 anos de carreira vai mudar tudo? Ele continuaria no domingo?

Tô curioso demais pra ver o fim dessa história.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Brothers na TV!


Supla ganhou meu respeito depois da participação na Casa dos Artista. O irmão, não conheço muito. De repente, ligo a TV em um sábado, início da noite e vejo os dois em um programa que me remete ao Pânico na TV! (sem trocadilhos).

Me interesso e vejo algumas atrações, um repórter que entrevista rimando, um minirrepórter (novo acordo ortográfico!) e umas câmeras escondidas. Gostei dos dois primeiros exemplos. Aliás, achei original. As pegadinhas, pra mim e pra todo mundo, são algo batido. O programa como um todo não é de todo mal.

Me questiono se a fórmula de juntar os "Brothers" deu certo. A impressão que dá é que um apaga o outro em momentos diferentes. Mas é uma boa tentativa. O fato deles tocarem juntos no decorrer do programa pode ser interessante. Será que o público que assiste no horário gosta? Quem é o público de sábado,às 18h, na RedeTV!?

Vamos assistir mais...

terça-feira, 14 de abril de 2009

Globo a caminho da liderança?


A Globo tem andado espertinha e buscando, "a qualquer custo", resgatar seus telespectadores ou não deixá-los fugir. Claro.
O 'Melhores do Ano', no Domingão do Faustão, sempre foi exibido no último programa de dezembro e gravado. Eis que no último domingo, eu estava no ônibus e vi em uma televisão de algum lugar que o apresentador estava vestido para festa de gala e que o cenário do programa estava todo rebuscado.
"A Globo apostou em uma estratégia para apresentar a nova programação", pensei. Tanto que todos os departamentos (de produção e jornalismo) tiveram seus líderes apresentando as novidades (item questionável) em VTs institucionais. Houve até uma reunião do elenco de peso em um coquetel que aconteceu paralelamente ao programa e, mais, a atração dominical incorporou mais de uma hora do Fantástico.
Eu, particularmente, adoro assistir estas coisas, mas me questionei um pouco se toda audiência do Faustão também gosta. Enfatizo uma coisa: não existem tantas novidades assim na programação 2009!
De tudo, me interessei pelas mudanças de cenário e pela busca da emissora em integrar o conteúdo da internet ao da televisão. Nada além disso, é muito relevante.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

"O caso Bial"


Eu sempre fui um defensor do Bial à frente do Big Brother! Sempre achei que ele conduz bem o papo com quem tá preso na casa e que "tira leite de pedra" para tornar o desinteressante em legal. Os textos nos dias da eliminação com referências a escritores e à cultura em geral, as perguntas e tudo mais.

Mas acho que o encanto está acabando. Também, pudera, já são nove anos de textos legais, piadas manjadas, de "espiadinhas". Será que a fórmula ainda dá certo? Será que o problema é o Bial? Acho que não, ou melhor não sei.

Continuo gostando dele. O que foi a cobertura dele durante as eleições estadunidenses, hein? Para mim, sensacionais! Ele colocou humor e notou detalhes interessantes para quem aqui no Sul da América. Se bem que cobrir eleições de outro País, sem quase nenhuma "sensurazinha" é mais fácil do que cobrir a nossa, certo?

Voltando ao BBB, acho que preciso terminar de assistir esta edição para reavaliar a permanência do reality no ar (hehe).

Daqui dois meses, volto neste assunto!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

É show!


Eu gosto da Adriane Galisteu e a admiro. Nunca fui do grupo que diz que ela se aproveitou do namoro com o Senna para ingressar na carreira. Muito pelo contrário, na minha opinião, acho que ela teve que desligar-se do fato para conseguir o espaço dela.

Lembro que quando ela começou como apresentadora na MTV, ela fazia uma programinha pequeno, sem repercussão. Era sim, um pouco sem graça! Quando ela foi contratada pela Redetv! para estrear no Superpop, poxa, começou a mostrar quem ela realmente era. Na Record, ele teve sua época áurea. O É Show começou de mansinho e logo tomou escopo na grade e a Adriane mostrou os dotes para apresentar! Sempre muito espontânea nas entrevistas com celebridades, entendendo muito de moda.

Mas, engana-se quem pensa que o declínio da Galisteu começou só quando ela foi para o SBT. Lá mesmo, na emissora do bispo, ela começou (não sei porque) a perder espaço. O programa que era diário (de segunda a sábado), passou a ser de terça e sexta somente, depois deixou o horário nobre e começou a ser perto da meia noite. Um grande desperdício da Record. Ela sabe conduzir um programa. E tem que ser ao vivo, hein!? Até que ficou sendo apenas semanal e que ela não aguentou e correu para o Silvio na esperança de ser a queridinha.

Engraçado. Eu não lembro dela ter passado pela fase de protegida como todas as estrelas que vão pro SBT passam. Sabe aquela fase de ser a queridinha do patrão, como aconteceu com a Cintia Benini, Analice Nicolau, agora está acontecendo com a Ellen Jabour? Só vi a Adriane, com o seu Charme, em horários que não tem a ver com o perfil dela, por exemplo, 3 da tarde, 7 da noite, um tempinho fora do ar, outro sendo substituída pela Patrícia Salvador (quem?) e pra finalizar, sendo telefonista do SBT, às 3 da madrugada. Aliás, o protesto dela no primeiro dia que o programa foi ao ar neste horário foi ótimo - apresentar o programa de pijamas. A impressão que deu, nos últimos tempos, é que o SS a desdenhou totalmente.

Agora, ela está de contrato assinado com a Band. Aliás, to tentando entrevistá-la pra falar da nova fase. Lá, espero que saibam aproveitar o potencial dela. O programa tem que ter a cara da Adriane. Entrevistas, musicais, espaço para moda, discussões sérias, enfim...

Faço aqui um apelo à nova emissora: coloquem-a ao vivo, por favor, e outra dêem a ela um programa diário.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Angélica: de 1992 a 2008

Eu lembro como se fosse hoje quando a Angélica apresentava o ‘Clube da Criança’. Aliás, estou lendo o almanaque da TV brasileira e tendo a possibilidade de relembrar milhões de coisas e detalhes que só quem é apaixonado por televisão tem na memória. Mas, então, a Angélica sempre foi meio artificial, né!? Eu não gostava muito da falta de espontaneidade dela. Às vezes, acho que sou muito crítico, mas tudo bem! Aí, ela saiu da Machete e foi para o SBT, aonde ela teve oportunidade de apresentar a ‘Casa da Angélica’, o ‘TV Animal’, o ‘Passa ou Repassa’. Nesta época, eu comecei a achá-la um pouco mais ela mesmo. Quando ela foi pra Globo, coitada, tive aquela sensação de que mais uma ia ficar na geladeira. Mas não! O começo foi meio engessado, mas ela foi ganhando espaço. Um programa, atuação (no ‘Caça Talentos que era demais!), depois ganhou o ‘Fama’, o ‘Vídeo Game’ para apresentar e, por fim, o ‘Estrelas’. Neste último, na minha opinião, ela vive o auge da naturalidade. Hoje em dia, posso dizer que gosto do trabalho dela. Ahh, esqueci de dizer que ela também faz parte da linha de frente que apresenta o ‘Criança Esperança’ aos domingos, sinal de que gostam dela! Pra mim, com o tempo e com a ajuda de muitos diretores, ela foi ganhando experiência. Quando li que ela não queria gravar pegadinhas para o ‘Estrelas’ achei fantástico. Ela tem que se impor em querer fazer uma coisa séria e não escrachada, mesmo assim, não teve acordo, ela grava as tais pegadinhas.
E outra coisa que não posso deixar passar. Ela ter casado com o Luciano Huck me parece ter agregado e muito para o crescimento dela. Eu gosto do profissionalismo dele!

1 ano de Record News

Volto a falar da Record News. Claro que eu gosto do projeto, acho uma baita ousadia do Grupo Record. O investimento que tem sido feito para inaugurar filiais em pontos estratégicos do País é interessantíssimo. A diversidade de programas é boa. Idéias legais, temas variados. Tudo isso é ponto positivo.
Ainda acho que se faz muito marketing e propaganda do trabalho deles com frases do tipo “A RN chegou primeiro”, “Confira o que RN fez” etc. Ontem mesmo, eu estava assistindo ao especial de um ano da emissora, apresentado pelo Celso Freitas. Tinha tudo para ser muito legal. O Freitas poderia andar pelos cenários, entrevistar os apresentadores, diretores e tudo mais, porém, o que foi feito? Uma mera apresentação institucional da emissora com os apresentadores fazendo um comercial do que era o seu programa.O próprio Celso estava parecendo um garoto-propaganda! Não me apetece muito ver um profissional deste nível sendo usado apenas para levantar a bola da emissora. Enfim, é a Record e suas afiliadas a caminho da liderança, né!? ¬¬


PS: Apesar de gostar, acho que já está na hora de umas inovações na programação. Acaba ficando tudo muito mecânico no estilo: programetes - entradas do jornalismo - programetes - entradas do jornalismo

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Mãe de gravata!


Desde que o Ronnie Von deixou de ser cantor e passou a ser apresentador, eu vejo alguns pedaços do programa dele. Aí, o 'Todo Seu' passou a ser exibido à noite. Até que um dia eu fui acompanhar uma gravação a trabalho. Caramba, primeiro, que ele é a mesma pessoa no ar e fora dele. Polido até demais, mas legal. Pra mim, 'Mãe de Gravata' era um dos melhores nomes para os programas dele.

Enfim, acho interessante o estilo do programa. Não é voltado para a massa e passa na TV aberta, isso é bom. Ele trata de assuntos culturais, de etiqueta, tal...e tem uma outra coisa que me chama atenção. É um programa para o público feminino (chuto que seja pro AB), mas os convidados dele normalmente são homens. Muito interessante. Algumas vezes, rolam umas pautas de velho, mas faz parte.

Agora o melhor: a produção de lá tem um convênio com uma loja de móveis e eles trocam de cenário toda primeira segunda-feira do mês. Quem lê os meus posts deve imaginar a minha excitação com isso, né? Caraca...e eles fazem umas coisas legais - tem hora que eu vejo e o ambiente é super moderno, outras têm um quê de passado, outras mesclam! Adoro. Fora que, às vezes, ele faz umas capelas de 'A Praça'...bons tempos, né?

domingo, 25 de maio de 2008

Esporte fanstááástico!


Este talento vale até um post. É sabido que a produção do Fantástico tem feito de tudo pra aproximar o conteúdo do programa ao público mais 'povão'. As matérias são pautadas em cima de temas do cotiadiano, tal. Contudo, eu gosto! Não consigo não assistir pelo menos um pedacinho num domingo à noite.
Patrícia Poeta, fantástica "aquisição", além de bonita, é séria e muito competente. Bial faz um pouco de falta. Zeca Camargo tem o perfil do programa, ok. Mas, pra mim, da nova leva quem se destaca mesmo é o Tadeu Schimit.
O cara consegue fazer um texto para esporte leve pra caramba, que não deixa de informar. Ele incentiva o telespectador a prestar atenção no quadro dele. Só é engraçado que no domingo ele é despojado no Fantástico e, na segunda pela manhã, metem uma gravata nele e o "coitado" fala bem mais sério no Bom Dia Brasil.
Tadeu Schimit tem umas sacadas, eu fico imaginando como ele (e a equipe, é claro!) consegue pegar tantos detalhes engraçados e interessantes para a edição. Legal também é a entonação que ele dá nos textos de off e de cabeça também. Ninguém lembra também que ele é irmão do Oscar, né?! Isso denota que ele tem talento realmente.

Vai-vem!

Preciso confessar que, quando os jornalistas e apresentadores deixam uma emissora e vão para outra, normalmente, me dá uma apertozinho no coração. Claro, tem muitos deles que vão pra se dar melhor (prefiro não me comprometer citando nomes! hehe).
Mas este post, na realidade, é para falar de algo que aconteceu há alguns anos, quando a Globo "tirava" todo mundo que tava se dando bem em outras emissoras e levava pra geladeira. Que eu me lembrei, isso não aconteceu muito no jornalismo.
Enfim, nestes casos eu ficava com o tal do aperto do coração e pensava: "Poxa, os caras estavam bem, saíram pra não fazer nada!?". Foi o que aconteceu com o Serginho Groisman, Luciano Huck, Fernanda Lima, massssss...
Hoje em dia, tenho que me redimir que cada um deles, pelo menos o Groisman e o Huck, se encontraram. O Luciano, apesar de eu achar que o programa dele poderia ser melhor aproveitado (cenário muito grande para muito VT), consegue ter quadros muito legais (sim, alguns são adaptados de fora). E o Serginho Groisman, por exemplo, quem diria que daria tão certo um programa Altas Horas da madruga. Mas, é muito legal: tem debates bons, musicais, entrevistas e o Serginho tá que nem vinho no quesito apresentador, né? Quanto mais velho, melhor.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Loja na tevê e na internet!

Eu lembro como se fosse hoje que, há 12 anos, quando minha mãe tava grávida da minha irmã, ela tinha insônia. Quando isso acontecia, ela ia para sofá da sala, no apartamento aonde morávamos, e ficava assistindo Shop Tour, que ainda era transmitido na CBI Canal Brasileiro da Informação (canal 16). Eu, muitas vezes, cheguei a ficar com ela na sala, adorando ver aquele corre-corre pra mostrar as ofertas, mas principalmente, eu gostava de ver as vinhetas do programa, os estilos de logo que tinham...
Muito tempo depois (vulgo hoje), tenho gostado de assistir o Best Shop TV! Parece bobo, eu realmente não vou comprar nada do que eles anunciam lá, mas eu acredito que eles acertaram no jeito de vender. Um cenário interessante, os apresentadores (a) são dinâmicos e o programa não é uma mera propaganda de produtos. Claro, o objetivo final é vender, mas existe uma naturalidade de todos, uma 'pseudo-pauta' para falar de algumas ofertas e percebe-se que os apresentadores-vendedores têm realmente a lábia para vender. Muitos destes foram reaproveitados dos programas femininos: Claudia Pacheco, Viviane Romanelli e muitos dos outros já apareciam nos merchandisings no Note e Anote, Clodovil, Mulheres.
Só não sei se o Best Shop é um programa da Gazeta ou se é uma parceria! Acho que é parceria.

terça-feira, 20 de maio de 2008

SBT: Dando um jeitinho daqui e um dali


Um programa que mostra vídeos do passado de programas da emissora. Quando eu vi que ia estrear o 'Quem não viu vai ver' no SBT, eu fiquei empolgadíssimo. Imagina, um momento para relembrar da aparência dos artistas do passado, os cenários antigos (ah..eu adoro!). Ótimo.

Aí, sábado eu consegui assistir. Quem estava apresentando? Helen e Caco! hehe...achei estranho, mas engoli porque achei que a dupla deu certo. Tenho 'dó' deles porque foi um rebuliço para reestrear o Fantasia e o programa não durou 6 meses, com duas ou três mudanças de horário. Ok. Mas, qual é a estrutura do 'Quem não viu..."? Um pouco de brincadeiras do extinto Fantasia, um pouco do extinto Charme e um pouco de cada programa que já era na crença do Silvio (ou não!).

E...pasmem: até o quadro usado para um caça-palavras é usado do programa que era da Galisteu. A textura 'do mesmo' combina com o cenário do programa da loura e não do novo programa. Aliás, este é mais um que surgiu do nada, aproveitaram os apresentadores e vamos lá, "todos vão pensar que é uma super estréia". Alguém reparou que duas semanas antes do programa estrear, o SBT já tava reprisando alguns programas "por falta de opção do que passar do horário". Aí, dá a impressão que para disfarçar isso, o Silvio criou um programa. Ah, deve ter sido também pra não perder o mershan do Soares com a Tecpix.

Enfim, este é mais um dos exemplos destes programas que o homem tira do baú e que duram pouquíssimo tempo e saem do ar ou mudam de horário do nada. A novela da Íris vai estrear....essa tenho certeza que não saíra do ar repentinamente, né?
Foto: SBT